Se já pensou em fazer franja mas nunca se aventurou - ou se se atirou de cabeça, e a coisa correu mal -, existem uma série de coisas a ter em consideração que podem ser decisivas no resultado final do novo corte. O formato do rosto, o tipo de cabelo e a paciência para ir ao cabeleireiro frequentemente são algumas delas.

Para que tenha tudo pensado na altura de decidir se vai, realmente, fazer franja pela primeira vez, reunimos a informação que precisa de saber.

O tipo de rosto importa...

Qualquer pessoa pode ficar bem de franja, mas não há um tipo de franja que fique bem a toda a gente. É aqui que entra a importância do formato do seu rosto, um elemento decisivo na hora de escolher que tipo de franja é o mais adequado para as suas feições (das baby bangs à franja lateral ou assimétrica, existem muitos estilos diferentes).

Geralmente, o rosto oval é aquele que fica bem com todo o tipo de franjas e cortes de cabelo. No caso do rosto redondo, são as franjas laterais e as franjas micro que funcionam melhor, por alongarem a forma circular da cara.

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Em termos de rostos quadrados, com a testa e o maxilar marcados, as franjas em A (semelhantes às franjas laterais, mas ligeiramente mais curtas) e franjas mais longas e compridas dos lados são uma boa escolha. Quem tiver a cara pequena e em forma de coração será favorecida pelas baby bangs, enquanto as donas de rostos mais longos ficarão melhor com franjas mais compridas de lado, ou franjas mais longas que caiam a direito.

...e o tipo de cabelo também

Franja em cabelo encaracolado? Sim, é possível. É importante dar passos pequeninos, começar com uma franja discreta e ir definindo o corte à medida que se familiariza com os jeitos do cabelo.

Cabelo muito fino e oleoso será o mais problemático na hora de fazer franjas. Em geral, é o único tipo de cabelo para o qual franja não é recomendada, mas se quiser ainda assim fazer, o seu hairstylist terá de usar mais cabelo que o normal de forma a que a franja não fique demasiado fina.

Com que frequência devo cortar?

Idealmente, a franja deve ser aparada de três em três semanas, ou uma vez por mês. Se não consegue imaginar-se com a disponibilidade ou paciência para ir ao salão com tanta frequência, talvez seja melhor repensar toda a ideia de fazer franja - cortá-la em casa não costuma correr muito bem.

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O impacto no cabelo

Ter franja é nunca saber o estado em que ela estará quando acordamos de manhã. Mesmo nos cabelos mais lisos, a franja tem tendência a fazer o que bem lhe apetece, teimando em ficar no ar, ou virada para o lado que não queremos, o que leva muita gente a esticá-la constantemente com secadores e modeladores de cabelo. O uso frequente destas ferramentas acaba por danificar o cabelo, por isso é provável que, para protegê-lo, tenha de comprar produtos adequados para as altas temperaturas.

A franja está localizada numa das zonas mais oleosas do rosto, o que significa que terá de lavá-la mais vezes que aquelas a que está habituada a lavar o cabelo. O que nos leva ao último ponto...

O impacto na pele

Ter cabelo a roçar na testa constantemente aumenta a produção de sebo da pele, o que pode levar ao aparecimento de borbulhas e acne. Se tem a pele oleosa ou com tendência acneica, este é outro aspecto a ter em consideração antes de fazer franja.

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